FELIPE ARGILA / MOTORCONSULTORIA + DESENVOLVIMENTO

MOTOR / SISTEMAS SOB MEDIDA

Digitalização
Operacional.

O seu jeito de trabalhar merece uma estrutura própria.

Eu entro na operação, entendo como cada pessoa trabalha e cruzo essa realidade com o mercado. A partir daí, projeto e desenvolvo um sistema pensado nos detalhes para a sua empresa.

DESENGESSE / EXPERIÊNCIA INTERATIVA

Do amontoado à conexão.

01 / 01
01 / 04EntradaPEÇA DA OPERAÇÃO
02 / 04PessoasPEÇA DA OPERAÇÃO
03 / 04ExecuçãoPEÇA DA OPERAÇÃO
04 / 04GestãoPEÇA DA OPERAÇÃO
04 PARTES / A MESMA OPERAÇÃO00%
01 / AS PARTES SOLTAS

O trabalho existe. As peças estão espalhadas.

Informações, tarefas e decisões acabam sobrepostas, cada uma em seu próprio lugar. Para seguir, alguém precisa juntar tudo outra vez.

PARTES DISPERSAS
ARRASTE PARA A DIREITASEGURE O CÍRCULO E DESENGESSE.
DISPERSOCONECTADO
PARA EMPRESAS QUE NÃO SE ENCAIXAM NO PADRÃOCONTINUE EXPLORANDO

Nem toda operação
começa do mesmo lugar.

Algumas empresas ainda não têm um sistema. Outras já usam uma ferramenta pronta e precisam contornar suas limitações. Eu começo entendendo o que acontece em cada caso.

PARA QUEM AINDA NÃO TEM UM SISTEMA

Tudo depende de alguém lembrar onde está.

Planilhas, mensagens, documentos e anotações resolvem muita coisa. Mas, conforme a operação cresce, encontrar uma informação ou acompanhar uma tarefa pode exigir um caminho inteiro.

Informações espalhadas em vários lugaresAtividades repetidas manualmenteDificuldade para acompanhar o que está acontecendo
PARA QUEM USA UM SISTEMA PRONTO

A empresa aprende a contornar a ferramenta.

O software atende ao funcionamento mais comum do mercado. A empresa tem particularidades, exceções e uma forma própria de atender, vender e trabalhar. Aos poucos, surgem controles por fora para preencher o que falta.

Etapas que não refletem a rotina realAjustes e controles paralelosUma experiência própria que perde espaço no padrão
UMA MESMA PERGUNTA

Como o trabalho poderia acontecer melhor, respeitando as particularidades da empresa?

A TECNOLOGIA VEM DEPOIS DO ENTENDIMENTO

O sistema carrega
o jeito da empresa.

01 / UMA DIREÇÃO POSSÍVEL

Menos trabalho manual.

Identifico tarefas repetitivas e os pontos em que a automação faz sentido.

02 / UMA DIREÇÃO POSSÍVEL

Mais clareza para acompanhar.

As informações relevantes passam a fazer parte de uma mesma lógica de trabalho.

03 / UMA DIREÇÃO POSSÍVEL

Uma experiência mais consistente.

O colaborador encontra um caminho claro. O cliente sente os efeitos de uma operação mais organizada.

UM CRITÉRIO IMPORTANTE

Nem tudo precisa ser automatizado. Eu procuro o que vale simplificar, o que precisa continuar humano e o que faz a operação funcionar do seu próprio jeito.

Primeiro eu entendo.
Depois, construo.

É um trabalho que combina investigação, consultoria e desenvolvimento. As etapas organizam o caminho, mas cada projeto é desenhado para a realidade de quem está comigo.

ETAPA 01 / 04

Investigar.

Eu preciso entender como o trabalho acontece.

Pessoas e papéisRotinasMercadoOportunidades

Converso com as pessoas, acompanho suas rotinas, observo processos e confronto essa realidade com referências de mercado. Procuro os pontos de atrito e o que vale preservar.

01

Pessoas e papéis

Entendo quem faz o quê e como as decisões circulam.

02

Rotinas reais

Observo repetições, desvios e controles paralelos.

03

Referências de mercado

Cruzo o que descubro com caminhos já conhecidos.

O QUE GANHA FORMA / Mapa da operação e oportunidades
ETAPA 02 / 04

Projetar.

Organizo a lógica antes de construir as telas.

Arquitetura de produtoFluxosRegrasValidação

Desenho a arquitetura de produto, os fluxos, as permissões e as relações entre as informações. Cada decisão parte do funcionamento que a empresa precisa ter.

01

Arquitetura de produto

Organizo módulos, dados e suas relações.

02

Jornadas e interfaces

Desenho o caminho de quem vai usar.

03

Regras e permissões

Defino o que acontece em cada situação.

O QUE GANHA FORMA / Arquitetura do produto e fluxos validados
ETAPA 03 / 04

Desenvolver.

Transformo o desenho em uma ferramenta de verdade.

InterfacesFuncionalidadesAutomaçõesTestes

Construo as interfaces, funcionalidades e automações previstas, testo as relações entre elas e ajusto os detalhes que fazem diferença para quem vai usar.

01

Construção

Desenvolvo as funções previstas no projeto.

02

Integrações e automações

Conecto etapas e reduzo tarefas manuais.

03

Testes e ajustes

Valido o funcionamento antes da implantação.

O QUE GANHA FORMA / Sistema funcional para testar e validar
ETAPA 04 / 04

Implementar.

O sistema precisa funcionar na vida real.

ImplantaçãoOrientaçãoAjustesAdoção

Acompanho a entrada em operação, oriento as pessoas envolvidas e faço os ajustes previstos a partir do uso. A implantação considera o ritmo de quem trabalha ali.

01

Entrada em operação

Organizo o início do uso e a transição.

02

Orientação

Mostro à equipe como usar o que foi criado.

03

Ajustes previstos

Acompanho o uso e refino os detalhes necessários.

O QUE GANHA FORMA / Sistema implantado e equipe orientada

04 / PROJETOS EM CONTEXTO

Feito para realidades
diferentes.

Alguns ambientes que desenvolvi a partir de necessidades específicas. Cada projeto reúne funções e escolhas próprias de quem trabalha com ele.

01 / 07
ARRASTE PARA EXPLORAR
Tela real do projeto Mapa da Mulher01 / 07
COMUNIDADE / CONEXÕES

Mapa da Mulher

Uma comunidade com diferentes movimentos em um só ambiente. Perfis, conexões, encontros, ofertas e iniciativas aproximam as empreendedoras e organizam o que acontece dentro da rede.

ComunidadeEventosGestão
Tela real do projeto MoodFlow02 / 07
GESTÃO / FLUXO DE TRABALHO

MoodFlow

Da proposta à entrega, o ambiente reúne projetos, tarefas, aprovações e decisões. A equipe acompanha o trabalho em um fluxo que preserva o contexto entre as etapas.

ProjetosPropostasAprovações
Tela real do projeto Luppifix03 / 07
INDÚSTRIA / EQUIPE COMERCIAL

Luppifix

Um ambiente pensado para o trabalho dos representantes, com inteligência comercial, desafios e materiais organizados para apoiar as decisões e a atuação no dia a dia.

RepresentantesInteligência comercialDesafios
Tela real do projeto Psitree04 / 07
PSICOLOGIA / REDE PROFISSIONAL

Psitree

Uma rede própria para psicólogos. Perfis, páginas profissionais, artigos, radar e iniciativas ajudam a conectar presença, conhecimento e oportunidades de colaboração.

PerfisPublicaçõesComunidade
Tela real do projeto Zemper05 / 07
INDÚSTRIA / MANUTENÇÃO

Zemper

Propostas, ordens de serviço, equipes, inspeções, peças e custos se conectam ao histórico da manutenção. O fluxo acompanha o serviço, da demanda à execução.

Ordens de serviçoInspeçõesCustos
Tela real do projeto AnandSystem06 / 07
JORNADAS / DESENVOLVIMENTO

AnandSystem

Encontros, práticas, tarefas e registros acompanham jornadas de desenvolvimento. O sistema mantém o histórico acessível e dá continuidade ao trabalho entre as sessões.

JornadasTarefasAcompanhamento
Tela real do projeto Morellus07 / 07
JOIAS / OPERAÇÃO COMERCIALEM DESENVOLVIMENTO

Morellus

Em desenvolvimento: uma gestão comercial que reúne revendedoras, lançamentos, pagamentos e comissões, reduzindo conferências e facilitando o acompanhamento das vendas.

RevendedorasPagamentosComissões
SETE PROJETOS / DIFERENTES FORMAS DE TRABALHARO PRÓXIMO COMEÇA ENTENDENDO A SUA OPERAÇÃO.

Não existe
uma operação igual.

Por isso, o Motor não parte de um pacote de funcionalidades. Eu defino a arquitetura, o escopo e o investimento depois de entender os processos, as pessoas e as necessidades da sua empresa.

Escopo sob medida Ferramenta própria Evolução possível
MOTOR / DESENGESSEUM PROJETO COMEÇA COM UMA BOA CONVERSA

Vamos olhar para
a sua operação?

Me conte como o trabalho acontece hoje. Eu quero entender o que funciona, o que incomoda e o que ainda não encontrou uma boa solução.

Vamos construir